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domingo, 9 de maio de 2010

Seio materno

Seio materno

Por Ricardo Bastos

Dia das mães não deveria ter dia único. Concordam?
Deveríamos celebrar todos os dias sem nunca deixar
que a doce suave melodia da música termine.

Cantaríamos incansavelmente “parabéns pra você” por ser compreensiva e amorosa.
Sopraríamos milhares de velinhas, mas não permitiríamos que as chamas se apaguem.

Diríamos que seu sorriso põe nossas vidas mais coloridas.
Que elas são as rosas perfumadas no jardim de nossa infância.
Que a vida sem elas é como um abismo profundo.
Que a distância é como as dores de parto.

Que viver sem o seu instinto materno é como desaprender sua inteligência.
Que os seus diálogos são como os campos verdejantes em dias ensolarados.

É como viajar num livro infantil sem se preocupar com o fim das estórias.
Por que sabemos que elas são os conteúdos necessários
e nós os complementos de sua bagagem.

As mães são anjos do amor, princesas de todas as manhãs.
Lindas como o arco-iris no céu junto ao esplendor de suas cores.

Elas são nossos guias educacionais.
As estrelas que brilham, o sol que nos aquece e a lua que embala os sonhadores.

E ainda, mães que atravessam mares, oceanos e rios,
só para estarem ao lado de seus filhos.

Mãe, a eterna palavra que jamais se desfaz.

Por tudo isso, eu lhe peço Senhor, que cuide, proteja e abençõe
todas as mães deste mundo, pois são as perfeições de Tua criação.

Permita Deus que minha mãe seja sempre criativa
pois sem isso como despertaria seus dons?

Louvado seja esta mulher chamada mãe!
Que Deus abençõe este ser divino e eterno.

Uma homenagem do nosso querido irmão Rick a todas as mãe da Segunda Igreja
Presbiteriana Unida de Belo Horizonte.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Saudade doce saudade


Este poema foi escrito pelo nosso amado irmão Rick. Abaixo seguem suas palavras:

Quando leio este poema me faz arrepiar de felicidade.
Motivo: Foi inspirado em uma amiga/irmã a qual estimo bastante.

Saudade doce saudade

Por Ricardo Bastos

Saudade da saudade que traz saudade da saudade,
a saudade de toda a saudade.

A saudade de sentir saudade, da saudade,
eu sinto a saudade, chega sem avisar.

Ah, como é bom sentir saudade.
Saudade, saudade, faz parte de mim.
Não me deixe com saudade de ti... saudade!

Saudade doce saudade!!!
Porque foi existir?

Agora, saudade, você é a saudade,
que me faz feliz, presente ou ausente.

Eu não esqueço de ti.
Aprendi com você, saudade!

Faça-me feliz, pois, saudade, sempre vou ter.
Saudade, saudade, onde vives agora?

Quero-lhe visitar, para a saudade não sufocar.
Saudade do amor, saudade de amar.

Aonde for, eu irei, mas me avise por favor,
quero antes te abraçar.

Vem saudade, vem calar, minha dor,
e o meu amor, da tua ausência que deixa,
meu coração chorar.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A arte de esperar


Por Caroline Kerbidi

Esperança
A arte de esperar
Esperar um amor que está distante,
Um bom presente numa data importante,
Esperar um carinho cedo de manhã,
Por um beijo roubado num primeiro encontro,
Esperar por uma nota boa na escola,
Um aumento de salário,
Esperar as tão merecidas férias,
Esperar por uma bebida quente num dia frio,
Por uma ligação de alguém que temos saudades,
Na nossa vida imperfeita,
Cheias de altos e baixos que a rotina nos oferece
Deus nos presenteou com um amanhã incerto
Uma folha de papel em branco
Cheia de oportunidades
E isso nos permite esperar
Esperar que o melhor que Deus reservou pra nós ainda está por vir
E que poderemos desenhar a felicidade nessa folha branca
Felicidade que vem das coisas mais simples do dia a dia
Felicidade que se traduz
Através de um amor mais puro e verdadeiro de um Pai
Um pai que sacrificou a vida de seu filho unigênito
Para que aprendamos a ser pacientes
Para que tenhamos esperança
A arte de esperar por um amanhã melhor